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A PLATAFORMA DE STREAMING QUE É UM MANIFESTO

Venha fazer parte da maior plataforma de educação focada em contribuir e propagar o pensamento decolonial e contracolonial de forma emancipatória, crítica e libertadora, respeitando e valorizando os conhecimentos, vivências, saberes e culturas de grupos historicamente marginalizados.

É chegada a hora de resgatarmos nossas origens, valorizarmos nossas identidades, e conhecermos, de fato, nossos processos históricos enquanto produto de nossas próprias heranças culturais. 

Quem somos?

O Sul é o Norte

Somos uma plataforma de propagação de saberes decoloniais e contracoloniais, que acredita no aprendizado libertador como a maior ferramenta de transformação. Nascemos com a intenção de sermos uma ferramenta de divulgação do saber que foi sistematicamente suprimido pelo processo histórico colonial, relacionado às nossas trajetórias, poderes, valores e memórias de gênero, raça, ancestralidade, sexualidade, política, espiritualidade, religião, leis, direitos, diásporas, educação ambiental, saúde, entre outros.

NOSSA MISSÃO

Promover a difusão de saberes que nos reconectem às nossas heranças culturais por meio do resgate e propagação de memórias e narrativas decoloniais, valorizando a sabedoria ancestral sobre nossas identidades, através de uma revolução do saber que se opõe ao modelo eurocêntrico vigente, de forma a reparar e romper com os efeitos da estrutura de poder colonial, encontrar meios para desafiá-lo continuamente, e colaborar para a construção de um modelo de mundo que resgate nossa potência cultural, valorizando quem somos e nossas origens.

Você sabe o que é o saber decolonial?

É o saber que se opõe a racismo, eurocentrismo, machismo, sexismo, homofobia, e desvalorização dos povos originários. É um projeto contrário à permanência do predomínio social, cultural, político e econômico impostos de forma opressora pelas forças coloniais, através do reconhecimento, valor e resgate de nossos saberes. Os saberes decoloniais tem por principal objetivo a libertação de grupos e povos suprimidos historicamente, recontando a historia e agregando valor às suas heranças culturais.

Somos mais de 500 anos de sonho, de sangue e de América do Sul e, por conta deste destino, somos a mais pura expressão do que podemos chamar de resistência !

O processo histórico de exploração sistemática colonial do hemisfério Sul nos deixou dores com veias ainda abertas, oprimindo nossos direitos de honrar e exaltar nossas origens e ancestralidades por meios cruéis cuja missão era nos tirar o direito de saber quem somos e de onde viemos!

Porém, são os ventos do Sul que movem moinhos e, embora os saberes relacionados às nossas tradições tenham sido consistentemente suprimidos, não foram abolidos: nossa força foi e continua sendo maior. O Hemisfério Sul é vanguarda! É passado, presente e futuro! Não temos mais uma caravela nos invadindo, mas sim, a embarcação do negro Dragão do Mar nos libertando e abrindo caminhos. Sabemos quem somos e é tempo de sonhar, mas, principalmente, agir coletivamente. E esta ação é nossa premissa e missão: propagar saberes decoloniais suprimidos pelo opressão colonial. Também buscamos promover o resgate de nossas ancestralidades, história e narrativas, propagando os saberes relacionados à existência de uma memória que permeia nossas essências, raízes e identidades.

Somos sangue latino, somos resistência, somos um manifesto decolonial!

Nosso time

Danielle
Vallim

Danielle Vallim é uma eterna rebelde questionadora do modelo de formação de visão de mundo eurocêntrica, branca, racista, homofóbica e machista da qual fomos sistematicamente submetidos.

Através disso, surgiu a Narrativas, pois acredita que a difusão do saber pautada nas vozes que, de fato, representam e resgatam nossas origens é capaz de reestruturar nossa sociedade.

É antropóloga, Pós-doutoranda pela UNIFESP, Pós- Doutora pela USP, Doutora pela UERJ, com estágio doutoral na Columbia University in the City of New York, mestre em Ciência Política pela UFF e graduada em Ciências Sociais pela UFRJ.

Sua trajetória profissional é permeada pelo desenvolvimento de pesquisas centradas no contexto de vida de populações em situação de extrema miséria, socialmente e historicamente marginalizados, especialmente em contextos urbanos em metrópoles como Rio de Janeiro, Nova York e São Paulo.

Sua tese de doutorado recebeu o Prêmio Carlini pelo seu caráter inovador no campo da regulamentação das drogas, das políticas públicas, prevenção, tratamento, modos de vida e redução de danos, dado pela Associação Brasileira de Estudos Multidisciplinares sobre Drogas, e Menção Honrosa da Fundação Oswaldo Aranha.

Foi coordenadora científica e Vice Presidente da Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas por duas gestões consecutivas.

Bruno
Rico

Escritor e criador do livro “O menino do morro virou Deus”, Bruno Rico é formado em publicidade e propaganda, é poeta e roteirista de cinema, e nesta área já foi premiado no concurso “Meu bairro vale um filme”, promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, onde o seu filme “Do lixo ao samba” sagrou-se como o vencedor da competição. Além de empresário e fundador da Umbono Comunicação, Bruno também é atuante no movimento negro e em movimentos de direitos dos moradores de favela.